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sábado, 18 de janeiro de 2020

Bolsonaro sanciona fundo eleitoral de R$ 2 bilhões

Bolsonaro sanciona fundo eleitoral de R$ 2 bilhões
Foto: Marcos Correia
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou a LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2020, com o fundo eleitoral de R$ 2 bilhões. Não houve vetos.

A medida foi anunciada pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, na noite desta sexta-feira (17), no Twitter. 

"O PR @jairbolsonaro sancionou integralmente a LOA-2020, que estima a receita e fixa as despesas da União para o corrente ano, dentro da meta prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias", escreveu o ministro.

Em dezembro, o Legislativo definiu o valor a ser repassado para o fundo público que financiará campanhas em 2020.

O projeto inicial dos deputados era destinar R$ 3,8 bilhões para o fundão, mas, após pressão, a quantia foi reduzida para R$ 2 bilhões. Em 2018, último ano eleitoral, foram distribuídos cerca de R$ 1,7 bilhão.

Um dia depois, porém, Bolsonaro criticou o valor do fundo eleitoral e indicou que cogitava vetá-lo.

Depois, voltou atrás. Em transmissão nas redes sociais, sugeriu que, se não sancionasse o fundão, poderia ser alvo de um processo de impeachment.

"O Congresso pode entender que eu, ao vetar [o fundo eleitoral], atentei contra esse dispositivo constitucional [artigo 85 da Constituição, que trata de crimes de responsabilidade] e isso se tornar um processo de impeachment contra mim. Eu estou aguardando o parecer final da minha assessoria jurídica, mas o preliminar é que eu tenho que sancionar", disse.

O presidente também afirmou que não tinha responsabilidade sobre o fundo aprovado.

"Quem não queria o fundo partidário tinha que ter brigado lá atrás. Eu estou vendo uma campanha na internet muito salutar: não vote em quem usa o fundão".

Do Portal Bahia Notícias/por Gustavo Uribe | Folhapress

Aliança pelo Brasil não usará fundo eleitoral, diz Bolsonaro

Aliança pelo Brasil não usará fundo eleitoral, diz Bolsonaro
Foto: José Cruz / Agência Brasil
O Aliança pelo Brasil, partido do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em fase de criação, não vai usar o fundo eleitoral de R$ 2 bilhões, sancionado por ele nessa sexta-feira (17). Ao menos isso foi o que disse o capitão em discurso para mobilizar apoiadores da nova legenda, na Associação Comercial do Distrito Federal, em Brasília.

No evento, realizado neste sábado (18), Bolsonaro voltou a dizer que, se não sancionasse o fundo aprovado pelo Congresso, ele poderia ser enquadrado em um crime de responsabilidade. 

Sendo assim, o presidente afirma que sancionou o fundo a contragosto, mas ressaltou que o Aliança não vai fazer uso desse recurso para angariar apoiadores tampouco concorrer às eleições municipais deste ano, considerando que a legenda consiga as assinaturas necessárias a tempo de participar do pleito.

"Temos que agir com inteligência. De vez em quando, recuar. Algumas coisas, eu sanciono contra a minha vontade. Outras, eu veto contra a minha vontade também. O Brasil não sou eu", declarou a apoiadores, de acordo com a Agência Brasil.

Quanto à economia, o presidente disse que vai manter a linha liberal já adotada no seu governo. Além disso, segundo a publicação, ele deixou claro que pretende se candidatar à reeleição em 2022.

Do Portal Bahia Notícias

Regina Duarte quer consultar família e deve responder convite de Bolsonaro até segunda

Regina Duarte quer consultar família e deve responder convite de Bolsonaro até segunda
Foto: Reprodução / O Globo
Convidada para assumir a Secretaria da Cultura no governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a atriz Regina Duarte deve postergar sua resposta até a próxima segunda-feira (20). Antes, ela havia pedido um prazo até este sábado (18).

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a atriz quer consultar sua família antes de tomar qualquer decisão. Embora afirme não se sentir preparada para o cargo, ela admite que tem cogitado a possibilidade por que quer "fazer o que foi preciso para o Brasil dar certo".

"Estou com esse convite, não é a primeira vez que eu sou convidada para esse cargo. Me assusta muito porque tem um ministério complicado aí", declarou a atriz na noite dessa sexta (17), em entrevista à rádio Jovem Pan. Nessa fala, Regina se refere ao Ministério do Turismo, pasta à qual a secretaria está vinculada atualmente. O ministro é Marcelo Álvaro Antônio, indicado pela Polícia Federal (PF) por suspeita de envolvimento em um esquema de "candidaturas laranja" do PSL em Minas Gerais (saiba mais aqui).

Com isso, a atriz ainda analisa se vai deixar de ser apoiadora para atuar como integrante desse governo.

Ela foi acionada ainda ontem após a repercussão de um vídeo do então secretário, o dramaturgo Roberto Alvim, com referências ao nazismo. Nas imagens, além do cenário e da trilha sonora associada a Adolf Hitler, Alvim parafraseou o discurso do ministro da Propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels (veja aqui). Inicialmente, o Palácio do Planalto disse que não iria se pronunciar sobre o caso, mas a pressão foi tamanha que Bolsonaro se viu obrigado a exonerar Alvim (saiba mais aqui).

Do Portal Galáticos Online

Centrais sindicais reclamam de afastamento de Lula após sair da prisão

Centrais sindicais reclamam de afastamento de Lula após sair da prisão
Foto: Guilherme Santos / Sul21
Líderes de centrais sindicais têm reclamado que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não se reúne com as entidades desde que saiu da prisão em novembro do ano passado. Os sindicalistas pediram um encontro com o petista assim que ele foi posto em liberdade.

Ao blog Painel, da Folha e S. Paulo, o coordenador da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, disse que Lula só mantém diálogos com a Central Única dos Trabalhadores (CUT). "É necessária uma construção mais ampla para derrotarmos o bolsonarismo", defende Juruna, como é mais conhecido.

Por outro lado, de acordo com a publicação, outros sindicalistas avaliam que a proximidade com Lula pode prejudicar a relação com o governo, além de afugentar filiados que hoje são críticos do PT.

Enquanto isso, o comitê Lula Livre, que é composto pelo PT, a CUT e outros movimentos sociais, fará uma reunião no sábado (18), em São Paulo. O objetivo do encontro é discutir os próximos passos da campanha.

Do Portal Bahia Notícias