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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Segundo acidente com morte é registrado na BR-116 em menos de cinco horas, em Tucano

Dois graves acidentes com mortes foram registrados na manhã desta quarta-feira (14) na BR-116, no município de Tucano, região sisaleira, em um intervalo de menos de cinco horas. As ocorrências reacendem o alerta sobre a insegurança no trecho e a demora na duplicação da rodovia.

O caso mais recente vitimou Domingos Francisco Oliveira Neto, de 65 anos, conhecido como “Oliveira do Beiju”. Ele morreu após o carro que dirigia capotar no km 303 da BR-116, entre o distrito de Tracupá e o município de Araci, nas proximidades da comunidade Rio do Peixe. O veículo ficou completamente destruído. O Samu foi acionado, mas a morte foi constatada ainda no local. Equipes da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizaram a perícia.

Cerca de quatro horas antes, a menos de 15 quilômetros do local, outro acidente fatal foi registrado. O motorista Natan Santos Moura, de 36 anos, morador do distrito de Tracupá, morreu após uma colisão frontal entre o Fiat Argo que conduzia e uma carreta, na altura do distrito de Jorrinho. Uma passageira ficou ferida e foi socorrida para o Hospital Mariana Penedo, em Tucano. O estado de saúde dela não foi divulgado. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar atenderam a ocorrência e organizaram o tráfego.

O trecho da rodovia onde os acidentes ocorreram é o mesmo que, no último domingo (11), registrou a morte do menino Moisés Araújo dos Santos, de 7 anos, após uma carreta soltar o tambor de freio, que atingiu o carro da família.

A sequência de tragédias reforça a preocupação de motoristas e moradores com a falta de segurança na BR-116 e a urgência na conclusão das obras de duplicação, frequentemente paralisadas e sem previsão de término.

OPINIÃO DO REDATOR: 

A BR-116 voltou a ser palco de mortes que, infelizmente, já não chocam pela raridade, mas pela repetição. Acidentes graves em sequência, no mesmo trecho e em curto intervalo de tempo, escancaram um problema antigo: a demora injustificável na duplicação da rodovia. Enquanto obras são paralisadas, retomadas e novamente interrompidas, vidas continuam sendo perdidas em uma estrada sobrecarregada, perigosa e sem a infraestrutura adequada para o volume de veículos que recebe diariamente.

Não se trata mais de fatalidade, mas de negligência. A BR-116 é uma das principais vias do país, essencial para o deslocamento de trabalhadores, famílias e para o escoamento da produção. Cada novo acidente reforça a sensação de abandono e a falta de prioridade com quem depende da rodovia para viver. A duplicação não pode seguir como promessa eterna: é uma urgência, uma questão de segurança e de respeito à vida. Enquanto isso não acontecer, a estrada continuará sendo sinônimo de risco, dor e luto para muitas famílias.

Do Portal Ailton Pimentel/Fotos: Reprodução/Redes Sociais


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