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terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Poder de compra do brasileiro foi corroído quase que pela metade em 10 anos; entenda

Inflação prejudicou bolso do trabalhador | Foto: Artur Luiz/Flickr

O poder de compra do brasileiro foi corroído quase pela metade entre 2013 e 2023. Isso porque o preço dos produtos nos mercados quase dobrou, enquanto o salário médio anual ficou praticamente estagnado em termos nominais.

🤔 Mas o que é a perda de poder de compra? É a sensação de que agora se compra menos itens no mercado do que antes com a mesma quantia de dinheiro. Ou que é preciso desembolsar mais para comprar a mesma quantidade de produtos.

Em uma simulação feita pelo com R$ 100 a preços de 10 anos atrás, foi possível montar uma cesta de 13 produtos básicos para o carrinho do supermercado. Considerando as correções até o ano passado, os mesmos R$ 100 não compram metade das mercadorias selecionadas.

E essa necessidade de gastar mais enxugou a carteira do brasileiro, já que o salário médio anual não acompanhou os reajustes de preços.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu 88% em 10 anos. O salário médio anual do brasileiro, considerando 13º e férias, por sua vez, aumentou cerca de 3% no período. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, o valor passou de R$ 38.484,44 para R$ 39.604,44.

Tanto que o poder de compra do brasileiro caiu em todos os anos desde 2013, apontou um estudo realizado pela consultoria financeira L4 Capital.

Em 2013, por exemplo, o brasileiro ganhava um salário médio anual, sem descontar a inflação, de R$ 38.484,44, e tinha disponível para gastar com serviços e produtos um total de R$ 3.028,05 por mês (o equivalente a R$ 36.336,65 por ano, considerando a inflação).

Essa quantia inclui itens como mercado, aluguel, combustível, despesas pessoais, etc. Com o tempo, porém, foi cada vez mais necessário cortar itens da lista de compras.

Assim, em 2023, apesar de o salário nominal (sem os descontos da inflação) ser de R$ 39.604,44, a quantia disponível para gastar com produtos e serviços diminuiu 42%, para R$ 1.755 por mês (R$ 21.064,16 por ano).

Por que isso acontece?

Segundo especialistas entrevistados pelo g1, a perda de poder de compra foi tão considerável por dois motivos: inflação relevante e baixa produtividade profissional.

O Brasil não teve um período deflacionário nos últimos 10 anos. Ou seja, ano após ano, os preços de itens compilados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) subiram. Apenas em alguns meses se viu alguma queda, mas em itens localizados e sem força suficiente para haver um recuo na média anual.

Para Rachel de Sá, chefe de economia da Rico Investimentos, é preciso dar um destaque especial a dois períodos em que a inflação subiu ainda mais: a crise de 2015 e a pandemia de Covid-19 (principalmente em 2021). Nos dois períodos, os preços subiram por volta de 10% ao ano, e não houve um aumento salarial equivalente.

“[Há cerca de oito anos], as escolhas econômicas da então presidente Dilma Rousseff (PT), como excesso de gastos públicos e estímulos a demanda privada, reduziram a potência da política monetária do país”, afirmou a especialista.

À época, o governo tomou medidas como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis e o estímulo de uso de bancos públicos, como o BNDES, para subsidiar empréstimos às custas do Tesouro Nacional.

Ao mesmo tempo, o BC manteve uma política monetária expansionista, com redução da taxa Selic a despeito da inflação acima da meta, incentivando a demanda agregada e contribuindo para a alta de preços.

Na pandemia, por sua vez, a situação era outra. Houve um aumento forte da inflação tanto no Brasil quanto no mundo porque diversos países fecharam fronteiras dado o excesso de casos de Covid-19, causando um desajuste completo da oferta de produtos.

“Houve um desequilíbrio em toda a cadeia de produção e, consequentemente, nos preços [dos produtos]”, diz Rachel.

Quanto a baixa produtividade profissional, a professora Carla Beni, economista e professora de MBAs da Fundação Getúlio Vargas, acredita que o poder de compra não se recuperou por conta do nível da educação básica do Brasil.

“Para melhorarmos a renda do brasileiro, é preciso melhorar a produtividade e, para tal, o país precisa ter uma qualidade melhor de ensino. E um jovem que tem dificuldade de fazer as quatro operações matemáticas, por exemplo, tende a não alcançar salários maiores”, diz a professora.

O último ranking do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes 2022 (o Pisa, em inglês) apontou, por exemplo, que, entre os alunos brasileiros de 15 anos (ou seja, que acabaram de cursar o ensino fundamental II), 73% ficaram abaixo do nível 2 em conhecimentos matemáticos. Isso significa que esses adolescentes não conseguem fazer operações simples, como:

– converter moedas: dizer, por exemplo, quantos reais equivalem a 2 dólares, sabendo que 1 dólar = R$ 4,93;

– ou comparar as distâncias percorridas por um carro em dois caminhos diferentes.

E o futuro do poder de compra?

O professor e economista da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) Paulo Feldmann, acredita que a situação de renda média pode piorar no futuro. Para ele, o grande vilão do mercado de trabalho é a inteligência artificial.

Ele acredita que, a cada ano, as novas tecnologias serão empregadas com mais ímpeto e “isso tornará cada vez mais desnecessária a mão de obra do brasileiro. Já que as empresas estão automatizando seus negócios”.

Dessa forma, nas palavras de Feldmann, “deve haver uma queda no salário médio do brasileiro”.

Já Carla Beni, da FGV, ainda vê o horizonte com mais otimismo. Para ela, o jovem que vai integrar o mercado de trabalho precisa fazer um esforço extra para procurar capacitação para trabalhar com novas tecnologias, sejam cursos — pagos ou gratuitos —, aulas extracurriculares ou qualquer tipo de formação específica.

“Há vagas disponíveis e que pagam bem, mas não há muitos profissionais aptos para os cargos”, declarou Carla.

Eu perdi poder de compra?

Para que o brasileiro não perdesse poder de compra, segundo a plataforma de investimentos Rico, o salário precisaria ter aumentado aproximadamente 88% no período de dez anos — percentual equivalente ao acumulado do IPCA de 2013 a 2023.

Por exemplo, quem ganhava R$ 3 mil há 10 anos, precisaria, no ano passado, ter recebido aproximadamente R$ 5.640,00.

– Se o salário for maior que o resultado da conta, não houve perda no poder de compra.

– Se o salário for menor, o poder foi corroído.

Na prática, o salário teria quase que dobrar para a pessoa recuperar o poder de compra e conseguir adquirir a mesma quantidade de itens que em 2013. Vale destacar que a mesma conta pode ser feita nos outros anos, basta considerar a inflação acumulada no período escolhido.

Do Portal NS

Criança de 2 anos morre após se afogar em piscina de condomínio no interior da Bahia

Foto da piscina em que o menino se afogou | Imagem: Google Maps, via g1

Uma criança de 2 anos morreu após se afogar na piscina de um condomínio privado, na cidade de Paulo Afonso, no norte da Bahia.

Segundo a Polícia Civil, o caso aconteceu na tarde de segunda-feira (22). O menino chegou a ser socorrido e levado para um hospital da cidade, mas não resistiu.

De acordo com informações passadas pelo Instituto Médico Legal (IML) de Juazeiro, para onde o corpo do menino foi levado, ele estava na piscina feita para crianças e entrou na de adulto sem ser visto pelos familiares.

O menino é natural de Barra Mansa, no Rio de Janeiro. Não há informações sobre o velório e sepultamento dele.

Do Portal NS/Por g1 BA e TV São Francisco


Conta de luz dos brasileiros deve subir acima da inflação em 2024, projeta Aneel

Foto: Freepik

A conta de luz dos brasileiros deve subir, em média, 5,6% em 2024, indica projeção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgada nesta terça-feira (23).

A estimativa está acima da inflação projetada para o período, de 3,87% segundo os economistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central.

Em 2023, a Aneel havia estimado um aumento médio de 6,8% nas tarifas das distribuidoras. Contudo, a alta verificada foi de 5,9%.

Três fatores influenciam o aumento da conta de luz:

– a energia contratada no mercado cativo – nome usado quando a pessoa não pode escolher de quem receber a energia, e é “obrigada” a comprar da distribuidora local;

– a expansão da rede de transmissão;

– a conta de subsídios, que tem crescido nos últimos anos.

A Aneel reajusta anualmente as tarifas de energia cobradas pelas distribuidoras, na data de “aniversário” de concessão.

Os reajustes levam em consideração fatores como o custo da geração e transmissão de energia, além de encargos setoriais. Também são considerados os custos próprios da operação da distribuidora e a inflação no período.

Valor recorde de subsídios

Em 2024, os subsídios devem alcançar o maior valor da série histórica da Aneel, somando R$ 37,2 bilhões. Os encargos pagos pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que agrupa os subsídios arcados pelo consumidor de energia.

A maior parte do valor – R$ 32,7 bilhões (88%) – será bancada diretamente pelos consumidores de energia em 2024, por meio de dois encargos incluídos nas contas de luz.

A CDE tem como receitas:

– multas aplicadas pela Aneel;

– recursos de pesquisa e desenvolvimento não utilizados pelas empresas;

– valores pagos pelas hidrelétricas pelo uso do bem público;

– recursos da Reserva Global de Reversão (RGR), um encargo pago por geradores, transmissores e distribuidoras;

– aportes do Tesouro Nacional;

– cotas pagas pelos consumidores.

Ao longo dos anos, com o aumento da CDE e a redução da participação da União no fundo, os consumidores tiveram que arcar com a maior parte dos custos.

Do Portal NS/Por g1

Homem morre no dia do aniversário com tiro acidental na cabeça após arma cair e disparar

Caso aconteceu em Catanduvas, no oeste de Santa Catarina | Foto: Divulgação/Prefeitura de Catanduvas

Um homem morreu após ser atingido por um tiro acidental na cabeça no dia em que completou 36 anos de idade. O caso ocorreu na segunda-feira (22), em Catanduvas, no Oeste de Santa Catarina. Segundo a Polícia Civil, a arma caiu da cintura da vítima, enquanto ela trabalhava, e disparou.

A data de aniversário da vítima foi confirmada pela funerária responsável pelo velório, que ocorre nesta terça-feira (23).

Segundo a delegada Fernanda Gehlen da Silva, o homem estava em cima de um trator, prestando serviços em uma propriedade rural, quando foi atingido pelo disparo, por volta das 14h25. Ele morreu no local.

“A arma estava na posse da vítima, caiu de cima de um trator e, com a queda, disparou, atingindo a cabeça da vítima”, explica.

Apesar de o caso não ser investigado como homicídio, conforme a Polícia Civil, um inquérito será aberto para apurar se havia porte ilegal ou posse irregular de arma de fogo, crimes previstos no Estatuto do Desarmamento.

Nas redes sociais, amigos e parentes prestaram solidariedade. “Perdemos hoje, no dia de seu aniversário numa morte absurda, meu sobrinho e meu afilhado! Coração em pedaços”, escreveu uma tia da vítima.

Do Portal NS/Por g1 SC e NSC


Homem morre após desmoronamento em área de garimpo no limite entre Araci e Santaluz

Homem morre após desmoronamento em área de garimpo no limite entre Araci e Santaluz | Foto: Divulgação/GCM

Um homem identificado como Caike Barreto Souza, de 29 anos, morreu nesta terça-feira (23) após um desmoronamento em uma área de garimpo onde ele trabalhava, nos arredores do povoado Várzea da Pedra, que fica no limite territorial entre os municípios de Araci e Santaluz, na região sisaleira da Bahia.

A Guarda Civil Municipal (GCM), que atendeu a ocorrência juntamente com a Polícia Militar, informou que o trabalhador ficou parcialmente soterrado e não resistiu aos ferimentos. Uma equipe do Samu constatou o óbito no local.

Homem morre após desmoronamento em área de garimpo no limite entre Araci e Santaluz | Foto: Divulgação/GCM

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia e remover o corpo para necropsia. A Polícia Civil deve abrir um inquérito para apurar as circunstâncias do desmoronamento, que ocorreu em um buraco com cerca de 30 metros de profundidade, de acordo com a GCM.

Notícias de Santaluz

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

Estudante é atingido por bala perdida na cabeça e só descobre 4 dias depois: ‘Achei que fosse uma pedrada’

Tomografia realizada em hospital de Juiz de Fora (MG) mostra bala alojada na cabeça do estudante mineiro baleado em Cabo Frio (RJ) | Foto: Arquivo Pessoal

Quatro dias, este foi o tempo que o estudante Mateus Facio, de 21 anos, ficou com uma bala alojada na cabeça sem saber. Mineiro de Juiz de Fora (MG), ele estava com amigos na Praia do Forte, em Cabo Frio, litoral do Rio de Janeiro, no dia 31 de dezembro, quando sentiu um forte impacto na cabeça, mas pensou ter sido atingido por uma pedra.

Um médico que estava com o grupo ainda ajudou a conter o sangramento e a colocar gelo no local do ferimento.

“Achei que fosse uma pedrada, uma brincadeira de mau gosto, que alguém pegou e tacou uma pedra. Até porque eu não escutei nada. Se tivesse um barulho, eu poderia imaginar que poderia ser. Só que não escutei nada, estava completamente normal”, explicou o mineiro.

Até a descoberta do projétil, o jovem curtiu os dias de descanso sem dores. Depois do réveillon, passado na cidade vizinha de Búzios, ele ainda percorreu 300 km dirigindo de volta para Juiz de Fora, e, na sequência, ainda fez um bate e volta a trabalho, novamente para o Rio de Janeiro.

“No outro dia fomos à praia tranquilamente, seguindo a rotina normal. No dia 2 [de janeiro] volto para Juiz de Fora, sem sentir nada, tranquilamente, 7 horas de viagem. No dia 3 trabalhei pela manhã, à tarde fui no Rio de Janeiro, num bate e volta para resolver umas coisas”, relembrou.

Foi apenas na tarde do dia 4 de janeiro que Mateus descobriu o que tinha realmente acontecido.

“Fui tirar um cochilo e acordei com o braço um pouco bobo, a mão com movimento estranho, sentia os dedos mexendo, mas não tinha confiança para pegar uma coisa”, contou.

Mineiro de Juiz de Fora, Mateus Facio foi baleado em Cabo Frio (RJ), no dia 31 de dezembro | Foto: Arquivo Pessoal

Após exames em um hospital particular de Juiz de Fora, foi identificada a bala, de calibre 9 milímetros, alojada na cabeça dele.

“Eu recebi a notícia e já começaram a me colocar acesso, oxímetro, sensores atrás do peito, e logo depois, me colocaram no CTI [Centro de Tratamento Intensivo]”, disse.

A cirurgia para retirada do projétil durou aproximadamente duas horas. Depois disso, ele permaneceu dois dias no CTI e mais um no quarto, até receber alta. Mateus agora se recupera em casa.

“O repouso inicial foi basicamente eu ficar deitado grande parte do tempo, andar bem pouco, só para não perder o movimento. Mas de resto, o tempo todo deitado na cama. Depois o médico me liberou para sair de casa, moderadamente, sempre evoluindo, progredindo, sabendo meu limite para assim começar ter minha vida normal de novo.”

Investigações

O projétil retirado da cabeça do estudante será encaminhado para a Polícia Civil de Cabo Frio, que ficará responsável por investigar de onde saiu a bala e quem efetuou o disparo.

Conforme a Polícia Militar, não houve registro de nenhuma ocorrência no dia envolvendo tiros na região da praia.

Com bala retirada da cabeça, Mateus Facio se recupera em casa | Foto: Mateus Facio/Arquivo Pessoal

Do portal NS/Por TV Integração e g1 Zona da Mata

Mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ na Bahia em 2023 representam mais de 8% dos casos em todo o Brasil

Bandeira do orgulho gay erguida por membro da comunidade LGBTQIA+ | Foto: Niranjan Shrestha/AP

O Brasil teve 257 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ no ano de 2023, uma a mais que o registrado em 2022. O dado é de um levantamento feito pelo Grupo Gay Bahia (GGB), a mais antiga Organização Não Governamental (ONG) LGBT da América Latina. O número mantém o país no posto do mais homotransfóbico em todo o mundo.

As conclusões são baseadas em informações coletadas na mídia, nos sites de pesquisa da Internet e correspondências enviada ao GGB, “já que não existem estatísticas governamentais sobre esses crimes de ódio contra a população LGBT”. O trabalho é realizado sem recursos governamentais, por voluntários.

O estudo admite, ainda, um índice de subnotificação, já que muitas vezes é omitida a orientação sexual ou identidade em tais publicações fúnebres. Dentro do que foi levantado, o GGB aponta que o Brasil registrou em 2023 o maior número de homicídios e suicídios da população LGBTQIA+ no planeta e das 257 vítimas, 127 eram travestis e transgêneros, 118 eram gays, 9 lésbicas e 3 bissexuais.

“Isso reflete a violência letal contra travestis e transexuais atualmente. Estimando-se que as trans representam por volta de um milhão de pessoas no Brasil e os homossexuais 20 milhões, o risco de uma transexual ser assassinada é 19% mais alto do que gays, lésbicas e bissexuais”, analisou o professor Luiz Mott, fundador do GGB, o professor Luiz Mott.

O ativista reforça que, em 44 anos de pesquisa, pela primeira vez travestis e transexuais ultrapassaram os gays no número de mortes violentas.

“De igual modo é o calvário vivenciado pelos suicidas LGBT+, onde a intolerância lgbtfóbica, sem dúvida, foi o combustível e o gatilho para minar sua autoestima e desistirem de viver”, afirma Toni Reis, coordenador da Aliança Nacional LGBT.

O documento explica que as lésbicas estão na categoria sexual menos vitimizada, porque “em geral, as mulheres são menos violentas que os homens e se expõem menos do que os gays em espaços de risco”. Além disso, “raramente elas têm relações com pessoas desconhecidas no primeiro encontro”.

Dados por estados

São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará são os estados brasileiros que notificaram mais mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ em 2023, conforme o levantamento.

Entre as capitais, São Paulo aparece na lista com maior prevalência de registros, seguido por Rio de Janeiro, Manaus, Salvador e Fortaleza.

Dados da Bahia

O estudo aponta que o Nordeste teve 94 casos de mortes violentas contra pessoas LGBTQIA+, o que representa 36% do registros no Brasil, em 2023. A região perde apenas para o Sudeste, que detém quase 39%.

“Confirma-se a persistência da homofobia tóxica nordestina do ‘cabra macho’, em tempo que requer dos gestores púbicos e da população em geral uma reflexão sobre medidas efetivas que garantam respeito à vida desta população”, disse Alberto Schmitz, coordenador do Centro de Documentação Luiz Mott do Grupo Dignidade de Curitiba.

Na região, a Bahia, com 22 ocorrências (8,56% dos casos do país), está à frente de Ceará, Alagoas, Pernambuco e Paraíba, os cinco estados que concentram mais registros.

Em Salvador, foram registradas oito mortes homotransfóbicas, número que coloca a cidade no 4° lugar entre as capitais brasileiras que mais possuem mortes violentas pessoas da comunidade, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Manaus.

Parada do Orgulho Gay no Centro de Salvador | Foto: Maiana Belo/g1 BA

Do Portal NS/Por g1 BA

GCM amplia ações visando garantir segurança e tranquilidade em comunidades na zona rural de Santaluz

Foto: Divulgação/GCM Santaluz

A Guarda Civil Municipal (GCM) de Santaluz iniciou na última sexta-feira (19), no distrito Pereira e em comunidades circunvizinhas, a Operação Paz no Distrito, após denúncias de roubos a propriedades rurais, perturbação do sossego causado por motos e carros de som, roubos de motos e carros, tráfico de drogas, brigas, depredações de patrimônio público, entre outras.

Foto: Divulgação/GCM Santaluz

Segundo a GCM, nos primeiros dias de operação foram realizadas abordagens e autuações em bares, estradas de acesso as comunidades e locais suspeitos, além da apreensão de veículos cujos condutores foram flagrados cometendo irregularidades.

O comandante da corporação, Daniel Oliveira, informou que os agentes reforçarão as ações na região por tempo indeterminado. “O objetivo principal é garantir paz e tranquilidade aos moradores”, afirmou.

Notícias de Santaluz

Foto: Divulgação/GCM Santaluz

Como a recente descoberta do primeiro clima árido no Brasil, em área que abrange municípios baianos, pode impactar o restante do país

Estudo do INPE em parceria com o Cemaden identificou trechos de clima árido numa região de quase 6 mil km² no norte da Bahia | Foto: Arquivo pessoal

Pela primeira vez, especialistas identificaram uma região de clima árido no Brasil, um dado surpreendente e alarmante que tem uma explicação clara: as mudanças climáticas causadas pelo homem.

O trecho de quase 6 mil km² fica no centro-norte da Bahia e abrange toda a área das cidades de Abaré, Chorrochó e Macururé, além de trechos de Curaçá, Juazeiro e Rodelas, municípios baianos que fazem fronteira com o sertão pernambucano.

📝 Contexto: A aridez é a falta crônica de umidade no clima, indicando um desequilíbrio constante entre a oferta e a demanda de água. Ela é permanente e, por isso, difere da seca, período temporário de condições anormalmente secas.

Além desse dado inédito, o estudo feito por pesquisadores do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelou também que o avanço do semiárido vem ocorrendo num nível acentuado pelo país.

Nos últimos 60 anos, a cada duas décadas, a taxa média de crescimento dessas regiões é de 75 mil km².

E, segundo especialistas ouvidos pelo g1, as consequências dessa expansão são bastantes preocupantes, pois mostram que, se nada for feito, não apenas a disponibilidade hídrica, mas também as atividades agrícolas e pecuárias do nosso país estarão ameaçadas.

Em resumo, as principais conclusões dos estudos são as seguintes:

– A aridez está aumentando em todo o país, exceto no Sul, devido ao aumento da evaporação associada ao aquecimento global. Ou seja, o clima está secando em muitos lugares do Brasil;

– No caso específico do semiárido, essas regiões estão se expandindo de forma acentuada, com uma taxa média superior a 75 mil km²;

– Já no centro-norte da Bahia, pela 1ª vez, foi identificada uma região árida, ou seja, com uma escassez forte de chuvas;

– Tudo isso indica que processos de desertificação, ou seja, a degradação de áreas semiáridas, podem se acelerar nas próximas décadas. Segundo os pesquisadores, até mesmo em outras regiões do país, como o Centro-Oeste;

– Num país como o Brasil, esse é um dado preocupante, pois pode trazer impactos significativos para a produção de energia e agropecuária nacional.

Seca x aridez

Ana Paula Cunha, pesquisadora do Cemaden e uma das autoras do estudo, explica que a seca é um fenômeno gradual que acumula seus impactos ao longo de um extenso período, persistindo por anos, mesmo após o fim de eventos do tipo.

🚨 Ou seja, a seca, que nada mais é que um termo para uma estiagem prolongada provocada pela deficiência de chuva, deixa uma marca duradoura, com impactos que perduram por muito tempo e que podem ser investigados por pesquisadores.

“Por isso, quando falamos de clima, seca e mudanças climáticas, é crucial ter em mente que precisamos de, no mínimo, 30 anos de dados para uma análise abrangente”, explica Ana Paula Cunha, pesquisadora do Cemaden.

E foi justamente esse período de análise utilizado na pesquisa do Cemaden e do Inpe.

Para evitar interpretações equivocadas, por exemplo, de um período com uma seca significativa como 2015, que estava com forte influência do El Niño, os pesquisadores analisaram blocos entre os anos de 1960 e 1990, 1970 e 2000, 1980 e 2010 e, finalmente, 1990 e 2020.

Dessa forma, uma compreensão mais precisa das tendências climáticas nestes últimos anos era possível de ser traçada.

Com dados da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) sobre precipitação, temperatura máxima e mínima, radiação solar, velocidade do vento e umidade relativa, foi possível, então, calcular o índice de aridez (IA) de todo o Brasil e desenhar o mapa do começo desta reportagem, referente às décadas de 1990 e 2020.

👉 De forma resumida, dá para dizer que esse índice é um indicador numérico do grau de secura do clima. Quanto menor o número, mais seca é a região. Ou seja, há uma falta crônica de umidade no clima, não apenas uma seca isolada.

– Assim, o índice de aridez de 0.2 indica uma região árida, com chuvas muito escassas.

– Entre 0.2 e 0.5, a região é semiárida, com chuvas um pouco mais abundantes, mas ainda insuficientes.

– Entre 0.5 e 0.65, a região é subúmida seca, com condições de chuva relativamente melhores.

Com todas essas informações em mãos, os pesquisadores compararam as áreas que são consideradas semiáridas, e viram que elas aumentaram em média 75 mil km2 por década (olhando numa média móvel de 30 anos).

Fora isso, quando observaram os períodos de 1970 a 2000 e de 1980 a 2010, perceberam um aumento nas áreas semiáridas às custas das áreas subúmidas secas. No entanto, no período de 1990 a 2020, todas as três classificações de áreas mostraram aumento, indicando uma aceleração nessa tendência.

🚨 Somando todas as áreas juntas (áridas, semiáridas e subúmidas secas), o aumento médio foi de 65 mil km2 por década.

Impactos na produção de energia e agropecuária

Javier Tomasella, pesquisador do Inpe e coordenador do estudo, explica um ponto importante: sua pesquisa não apenas revela mudanças geográficas, mas também realça a necessidade de o Brasil desenvolver estratégias adaptativas, especialmente nas áreas urbanas e na agricultura, onde a eficiência no uso dos recursos hídricos se torna crucial.

“A adaptação a esse novo panorama climático requer a participação ativa de todos os setores econômicos e níveis governamentais. As consequências climáticas se interconectam em todo o país”, afirma Javier Tomasella, pesquisador do Inpe e coordenador do estudo.

Para se ter ideia, segundo dados da Associação Internacional de Energia Hidrelétrica (IHA, na sigla em inglês), o Brasil fica em segundo lugar no ranking dos países com a maior capacidade hidrelétrica instalada do mundo: com 109.4 gigawatts.

Aliado a isso, ainda de acordo com a IHA, o nosso país depende de reservatórios hidrelétricos para gerar mais de 60% da sua eletricidade.

“Infelizmente, a desertificação e a expansão de áreas semi-áridas ou áridas é uma realidade, não só no Brasil, mas também em outros climas, como é o caso do Mediterrâneo. A má distribuição da chuva, com grandes períodos prolongados de seca e a ocorrência de eventos extremos de chuva forte, isolados, parece estar alterando os biomas de forma mais rápida do que prevíamos”, avalia Marcio Cataldi, professor do Departamento de Engenharia Agrícola e Ambiental da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Impactos

Cataldi é autor de outro estudo que chamou atenção para a necessidade de um plano nacional de gestão hídrica, publicado na prestigiada revista Natura e intitulado “O Brasil está numa crise hídrica e precisa de um plano contra seca”.

No artigo, ele explica que o declínio na disponibilidade de água para irrigação e o aumento da frequência e intensidade de eventos climáticos extremos vem prejudicando safras e a criação de animais em boa parte do Brasil, levando a uma redução na produção e, consequentemente, a um aumento nos preços dos produtos agropecuários.

Como mostrou o g1 Bahia, em Chorrochó, uma das cidades com registro de clima árido, as safras de milho, feijão e melancia de agricultores apresentaram baixo rendimento no último ano, justamente por causa do clima mais quente e menos chuvoso, que também trouxe impactos na alimentação do gado de pecuaristas locais.

“Provavelmente, isso está ocorrendo porque, além das alterações no regime de chuva e, consequentemente nas quantidades de calor e umidade destas regiões, a alteração do tipo e uso do solo, com as práticas de queimadas e de desmatamento, está acelerando processos que, naturalmente, duravam centenas ou milhares de anos, para poucas décadas” diz Marcio Cataldi.

Necessidade de ações integradas

No estudo, Cataldi alerta ainda para a urgência de ações integradas, incluindo medidas de monitoramento climático, investimentos em tecnologias sustentáveis, como energia solar e eólica, e a implementação do plano nacional para lidar com a crise hídrica e seus impactos socioeconômicos.

“Investimentos em ciência e tecnologia são essenciais para a busca e implementação de medidas que reduzam impactos socioeconômicos e criem resiliência climática. Sem investimentos em áreas estratégicas para o desenvolvimento do país, o Brasil continuará sofrendo com os efeitos dos cada vez mais frequentes eventos extremos, como secas, enchentes e ondas de calor”, alerta Augusto Getirana, pesquisador da Nasa e doutor em hidrologia pela UFRJ, que também colaborou com o estudo.

Ao g1, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima disse que planeja lançar um Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB Brasil) até setembro de 2024.

“O processo demandará que os diferentes setores repensem projetos de desenvolvimento para o semiárido, com medidas e investimentos para recuperação das áreas, recuperação e proteção da Caatinga e gestão das águas, como uso e revitalização das bacias hidrográficas”, disse a pasta em nota.

O ministério afirmou “também buscará reforçar o diálogo com os governos da Bahia e de Pernambuco para a construção conjunta de um plano de ação para o enfrentamento da aridez”.

Ainda de acordo com o MMA, o texto prevê ações para os próximos 20 anos. Isso incluirá metas específicas de curto, médio e longo prazos, além de arranjos institucionais envolvendo diversos setores.

A pasta informou ainda que o plano terá um sistema de monitoramento para acompanhar o progresso e fornecer resultados à sociedade, sem dar mais detalhes.

“Só conseguiremos nos preparar para o que está por vir, do ponto de vista climático, se diminuirmos as nossas emissões e se formos capazes de criar planos de resiliência que contemplem toda a sociedade, sem exceções, já que todos, também sem exceções, poderão sofrer as graves consequências do que pode estar por vir”, afirma Cataldi.

Do Portal NS

Funcionário reage a tentativa de assalto em posto de combustíveis de Santaluz e dá ‘panadas’ de facão em ladrão; suspeitos foram presos pela PM

Após funcionário do posto frustrar a tentativa de assalto, suspeitos fugindo deixando para trás duas espingardas | Foto: Divulgação/PM

Dois homens foram presos suspeitos de tentar assaltar um posto de combustíveis localizado nos arredores da Praça do Saber, em Santaluz, na região sisaleira da Bahia. A Polícia Militar informou que a tentativa de assalto ocorreu no início da madrugada desta segunda-feira (22), e que após um funcionário do posto reagir e evitar o roubo, os suspeitos fugiram deixando para trás duas espingardas artesanais. 

Durante a ação, um dos suspeitos chegou a ser atingido com ‘panadas’ de facão nas costas. Conforme a polícia, o objetivo da dupla era roubar dinheiro do posto, mas o assalto foi frustrado e nenhuma quantia foi levada. 

Os militares estiveram no estabelecimento e iniciaram diligências. Horas depois, encontraram os suspeitos, que foram levados ao hospital para exame de corpo de delito. Em seguida eles serão encaminhados à central de flagrantes da Polícia Civil para registro de boletim de ocorrência. 

Notícias de Santaluz

Momentos antes da tentativa de assalto ao posto, câmera de segurança flagrou a dupla com espingardas e os rostos cobertos por camisas | Foto: Reprodução/Redes sociais

Corpo de homem é encontrado com marcas de tiros em estrada de terra na região do Pereira, em Santaluz

Corpo de homem é encontrado com marcas de tiros em estrada de terra na região do Pereira, em Santaluz | Foto: Reprodução/Redes sociais

O corpo de um homem foi encontrado com marcas de tiros, na noite de domingo (21), na estrada entre o distrito Pereira e o povoado Algodões, no município de Santaluz, região sisaleira da Bahia. 

Uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada e permaneceu no local até a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT), que fez a perícia e removeu o corpo para necropsia. Conforme a GCM, a arma usada no crime, possivelmente, foi de calibre 12. 

Ainda de acordo com a Guarda Municipal, o homem estava sem documentos e não havia sido identificado, até o início da manhã desta segunda-feira (22). Moradores relataram que a vítima teria começado a frequentar a região há pouco tempo. A autoria e motivação do crime serão investigadas pela Polícia Civil.

Notícias de Santaluz

Em plena luz do dia, idosa de 74 anos é assaltada e agredida em Queimadas

Idosa foi à delegacia da cidade registrar um boletim de ocorrência | Foto: Notícias de Santaluz

Uma mulher de 74 anos foi agredida e assaltada na manhã de domingo (21) à estação ferroviária de Queimadas, na região sisaleira da Bahia. 

A idosa contou que por volta das 11h foi abordada pelo ladrão, que estava sem camisa e trajava bermuda. Conforme a vítima, o homem a ameaçou com uma faca e roubou a quantia de R$ 800, além de cartões e documentos pessoais dela. O criminoso fugiu por uma área de matagal e não foi encontrado. 

Na manhã desta segunda-feira (21), a idosa foi à delegacia da cidade registrar um boletim de ocorrência. A Polícia Civil vai investigar o caso. Apesar do susto e de ter sido agredida durante o assalto, a mulher não ficou ferida.

Notícias de Santaluz

Fluminense de Barrocas vence Candeal de virada e sagra-se Campeão da Copa Master 2024 em Santa Bárbara

Time comandado pelo Presidente Marlon Nunes  
A final da Copa Master de Futebol aconteceu no último sábado dia (20) em Santa Bárbara, onde Fluminense venceu a seleção de Candeal por 6 a 4, conquistando o título já na sua primeira participação nesta competição. O jogo, que proporcionou uma 'montanha-russa' de emoções para os torcedores que viram o Fluminense superar uma desvantagem inicial e surgir como o grande campeão representando Barrocas.

O início da partida não foi favorável ao Flu, que esteve em desvantagem no placar. No entanto, a equipe rapidamente retomou o foco, resultando em uma virada emocionante e vitória convincente, rememorando as muitas glórias da equipe comandada por Marlon Nunes e equipe. 

Ivan Chocolate, Galego (duas vezes), Gero (também duas vezes) e Jânio foram os maestros dessa vitória. Após sofrer 1X0, o Flu chegou a abrir 5 a 1, mas a seleção de Candeal foi pra cima, reagiu e quase empatou. Com tudo, a equipe barroquense manteve a determinação, garantiu a vantagem e segurou a pressão. 

O árbitro encerrou a partida com o placar final de 6 a 4, para vibração geral dos torcedores e comissão: "Parabéns a equipe de Candeal, muito boa, deu muito trabalho. Nossa equipe estava focada, e mesmo com desfalques a gente conseguiu superar essas dificuldades e alcançar o que a gente almejava, que era ser campeão. Desde já agradeço a todos, comissão técnica, jogadores, amigos, Prefeitura Municipal, o esporte se faz com todos", declarou o Presidente Marlon Nunes.

@ Nossa Voz por Kauã Sherman

Homem dá entrada no Hospital Municipal de Serrinha vítima de disparos de arma de fogo

Foto: Arquivo/PAP

Por volta das 16h deste domingo (21), uma equipe da PM foi acionada para deslocamento até o Hospital Municipal de Serrinha, pois um homem teria dado entrado vítima de disparo de arma de fogo.

Segundo o boletim de ocorrência, a guarnição foi informada que deu entrada no Hospital Municipal uma vítima de disparos de arma de fogo. No hospital, a guarnição constatou que houve os disparos.

A vítima informou que estava em um bar, localizado às margens da BA 409, e que entrou em discussão com um Guarda Civil Municipal. Em seguida, entraram em vias de fato e o CGM efetuou dois disparos de pistola na sua perna.

A vítima ainda não havia sido atendida até o momento em que foram colhidas as informações, porém estava lúcida e aparentemente sem fraturas visíveis no local do disparo.

A guarnição orientou a vítima e familiares a registrarem a ocorrência na Delegacia no momento oportuno.

Foram feitas rondas no local, porém o acusado não foi encontrado.

Do Portal Ailton Pimentel

Homem é conduzido à delegacia após ser flagrado com cocaína, no bairro da Rodagem em Serrinha

Disep Serrinha - Foto: Reprodução 

Um homem de 24 anos foi conduzido à delegacia pela Polícia Militar (PM) na manhã deste domingo (21), após ser flagrado com uma trouxinha de cocaína. O flagrante ocorreu por volta das 11h50.

Segundo o boletim de ocorrência, a guarnição fazia rondas pelo bairro da Rodagem, quando abordou um homem que conduzia uma motocicleta. Ao proceder com abordagem, foi encontrada uma trouxinha de material análogo a cocaína.

Diante dos fatos, a ocorrência foi direcionada à Delegacia, para adoção das medidas cabíveis.

Do Portal Ailton Pimentel

Agente da Guarda Civil Municipal de Serrinha é conduzida à delegacia após confusão em bar

Disep Serrinha - Foto: Reprodução

Na madrugada do último sábado (20), uma agente da Guarda Civil Municipal de Serrinha se envolveu em uma confusão em um bar no bairro da Cidade Nova, entrando em vias de fato, ela teria sacado a arma de fogo. A Polícia Militar esteve no local e conduziu a GCM para a Delegacia, além disso a arma foi retida.

De acordo com informações da Polícia, por volta das 1h, o coordenador de área foi informado pela guarnição de motociclistas sobre vias de fato, envolvendo preposto da Guarda Civil Municipal de Serrinha. Conforme foi relatado, a agente se envolveu em vias de fato com pessoas que estavam em um bar, momento em que a guarnição que estava próxima fez intervenção.

Foi conduzida à Delegacia e apresentada ao delegado de plantão, em razão de estar postando arma de fogo e supostamente ter feito o saque da arma, a fim de que fossem adotadas as medidas cabíveis.

Um outro caso envolvendo agente da Guarda Civil Municipal de Serrinha foi registrado no último domingo (21), onde o GCM teria efetuado disparos de arma de fogo contra um homem após discussão sobre política. [Veja aqui].

Do Portal Ailton Pimentel

Ronda Maria da Penha prende homem que descumpriu medida protetiva em Serrinha

Foto: Divulgação/Ascom/16° BPM

Policiais da Ronda Maria da Penha prenderam em flagrante, na manhã desta segunda-feira (22), um homem de 23 anos por descumprir medida protetiva expedida para proteger sua ex-companheira. Prisão ocorreu por volta das 10h50 na Av. Getúlio Vargas, no bairro da Bomba.

Segundo o boletim de ocorrência, foi apresentado pela guarnição da Operação Ronda Maria da Penha um homem por descumprimento de Medida Protetiva de Urgência (MPU). 

Ele foi encontrado em frente à residência da vítima, tentando ver o filho do casal, e foi preso em flagrante e conduzido para a Delegacia de Polícia, para adoção das medidas cabíveis.

Do Portal Ailton Pimentel

Jovem morre após veículo capotar na BA-409 no trecho Coité/Serrinha

Foto: Divulgação/Águia Resgate

Italo Santos Mota, conhecido também como ‘Tinho’, de 21 anos, morreu em um acidente nesta segunda-feira (22) após ser arremessado para fora de um veículo que capotou na BA-409, trecho entre as cidades de Conceição do Coité e Serrinha, na região sisaleira da Bahia.

De acordo com informações do site Notícias de Santaluz, a equipe de socorristas voluntários Águia Resgate, informou que o acidente aconteceu próximo ao acesso do distrito Bandiaçu, onde a vítima residia. Segundo os socorristas voluntários, a suspeita inicial é que o jovem tenha perdido o controle da direção de uma picape Strada após uma das rodas se soltar.

O veículo estava carregado com ração e milho. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia e remover o corpo para necropsia. Além da Águia Resgate, equipes do Samu e das polícias Militar e Rodoviária Estadual atenderam a ocorrência.

Do Portal Ailton Pimentel