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domingo, 4 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro e Lula vão ao segundo turno em disputa pelo Planalto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) são os candidatos que permanecerão na disputa pelo cargo máximo da República no segundo turno das eleições gerais de 2026. O resultado foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após a apuração de 97,24% das urnas.

 

Com 47,43% dos votos válidos, Flávio Bolsonaro liderou o embate pelo cargo, mas não conseguiu superar a marca de 50% dos votos que sacramentaria a vitória no primeiro turno. O adversário do PT não ficou muito atrás, fazendo 44,69% e garantindo seu lugar na segunda rodada de confrontos pela liderança da República.

 

Na oitava eleição presidencial com segundo turno do Brasil, os presidenciáveis terão mais 20 dias para convencer o polarizado eleitorado brasileiro a 'tomar um lado' que definirá os próximos 4 anos do país. O novo pleito está agendado para ocorrer no dia 25 de outubro, último domingo do mês.

 

Velho conhecido do eleitor brasileiro, Lula esteve presente em 8 das 10 eleições para presidente desde a redemocratização. Em sua estreia, Luiz Inácio acabou superado pelo alagoano Fernando Collor de Melo (PRN) já no segundo turno. O petista ainda foi superado em mais duas outras ocasiões pelo tucano Fernando Henrique Cardoso, ainda no primeiro turno. A maioria nas urnas só foi alcançada em 2002, quando superou José Serra (PSDB), no segundo turno, com 61% dos votos válidos.

 

Desde então, foram 3 mandatos marcados pela criação de políticas públicas, a descoberta do pré-sal, crescimento e reforço de soberania. Lula também esteve à frente do governo durante o escândalo do mensalão, que derrubou o ministro José Dirceu e abalou a cúpula petista. O veterano do PT ainda enfrentou um pleito acirrado em 2022, quando superou o então presidente Jair Bolsonaro (PL) por 50,90% a 49,10%. 

 

Aos 80 anos, Luiz Inácio vai à sua possível 'última dança' em busca do tetra no Palácio do Planalto. Ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), velho adversário do petista no pleito de 2006, o veterano busca o presente antecipado na antevéspera do seu aniversário, comemorado em 27 de outubro. 

 

Do outro lado, Flávio carrega o legado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no papel de oposição política à base governista. Irmão mais velho, o senador anunciou a sucessão no dia 5 de dezembro de 2025, desbancando Tarcísio de Freitas (RR), candidato favorito a herdar o espólio político de Jair.

 

 

Sua carreira política teve início em 2002, quando, aos 21 anos, foi eleito o deputado mais jovem daquela legislatura, com 22.860 votos pelo Rio de Janeiro. Flávio exerceu quatro mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj),  até eleger-se senador pelo estado carioca nas eleições de 2018, com mais de 4 milhões de votos. Em Brasília, exerceu a presidência estadual do PSL fluminense antes de se desligar da sigla ao lado do patriarca da família Bolsonaro.

 

No Senado, o filho 01 de Bolsonaro concentrou sua atuação parlamentar na pauta de segurança pública, tornando-se membro titular da comissão temática da área (CSP). Sua agenda legislativa concentrou-se no fortalecimento das forças de segurança, no rigor penal e em pautas estratégicas para seu reduto no Rio de Janeiro.

 

Associado a escândalos desde o mandato de seu pai, o senador chegou a ser investigado em 2018 por suposto desvio de salários de assessores quando ele atuava como deputado na Alerj. No ano seguinte, outra diligência foi aberta para investigar a relação do senador com milícias cariocas.

 

Em 2026, o candidato voltou à mira da PF após materiais divulgados pelo site "The Intercept" associarem Flávio e seu irmão, Eduardo Bolsonaro, à figura do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master. Em mensagens trocadas no WhatsApp, o candidato teria negociado R$ 134 milhões para a execução do filme "Dark Horse", que narra parte da história de seu pai durante a candidatura de 2018.

 

Estreante na disputa pelo cargo de presidente, Flávio assumiu a frente bolsonarista, superou crises na campanha e empatou com Lula na margem de erro, chegando a pontualmente ultrapassar o petista em setembro. O político do PL busca o título inédito, o capital político para libertar seu pai da prisão domiciliar e um retorno do campo conservador à liderança da República.


Do Portal Bahia Notícias/Por Bernardo Maia/Foto: Reprodução / Redes Sociais / Bloomberg

Jerônimo Rodrigues é reeleito governador da Bahia e consolida hegemonia do PT no estado

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito neste domingo (4) para comandar o Estado da Bahia por mais quatro anos. Com 55,19% dos votos válidos, o petista derrotou o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), que alcançou 44,27% no primeiro turno. Até o momento, 94,71% das urnas foram apuradas. 

 

A vitória garante ao Partido dos Trabalhadores a continuidade de um ciclo político que governa o estado ininterruptamente desde 2007, quando Jaques Wagner (PT) venceu Paulo Souto e quebrou o domínio carlista - grupo ligado ao antigo senador Antônio Carlos Magalhães (1927-2007).

 

A reeleição de Jerônimo referenda a avaliação de seu primeiro mandato (2023-2026) e sua forte vinculação com o governo federal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na reta final da campanha, pesquisas já indicavam um cenário de forte acirramento e crescimento do petista, impulsionado por uma aprovação de governo que orbitava a casa dos 53% às vésperas do pleito.

 

MARCAS DO PRIMEIRO MANDATO (2023-2026)
O primeiro mandato de Jerônimo Rodrigues foi caracterizado pela tentativa de consolidar políticas de assistência social e pelo estreitamento de laços com os 417 municípios baianos, priorizando a governança através de consórcios intermunicipais.

 

Logo em seu primeiro ano de gestão, o governador promoveu uma reforma administrativa que desmembrou secretarias para espelhar a esplanada dos ministérios em Brasília e adequar a execução de verbas federais. A antiga Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJHDS) deu lugar a duas novas pastas. A principal vitrine social da gestão foi a criação do programa Bahia Sem Fome, desenhado para combater a insegurança alimentar no estado.

 

GARGALOS, OBRAS E CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA
Apesar das entregas na área social e na educação, o primeiro mandato do petista forneceu munição constante para a oposição, com desgastes concentrados em três eixos principais: a crise na segurança pública, os impasses nos megaempreendimentos de infraestrutura e a fila da regulação nos hospitais.

 

A segurança pública se consolidou como o principal calcanhar de Aquiles de Jerônimo. Durante o quadriênio, o estado figurou repetidamente no topo dos índices nacionais de violência letal e de letalidade policial. O avanço de facções criminosas armadas, refletido em episódios de confrontos intensos na capital e no interior (como a crise em Jequié e bairros de Salvador), gerou um clima de insegurança. O alto número de mortes decorrentes de intervenções policiais atraiu críticas severas de entidades de direitos humanos e exigiu do governo a criação de forças-tarefas e o anúncio de reestruturações na Secretaria de Segurança Pública (SSP).

 

Na mobilidade, o VLT do Subúrbio tornou-se um símbolo de frustração. O governo precisou romper unilateralmente o contrato com o consórcio chinês Skyrail em 2023, após a empresa não conseguir tirar o antigo projeto de monotrilho do papel. A gestão Jerônimo foi forçada a relicitar a obra do zero, adotando o modelo de Veículo Leve sobre Trilhos tradicional. O atraso prolongou drasticamente o déficit de transporte para a população do Subúrbio Ferroviário, que perdeu os antigos trens em 2021.

 

A novela da Ponte Salvador-Itaparica também se arrastou. Promessa histórica das gestões petistas anteriores, o projeto bilionário sofreu com sucessivos adiamentos em seus cronogramas de sondagem e dragagem. Impasses financeiros com o consórcio construtor — impulsionados pela inflação global pós-pandemia — forçaram o governo a renegociar aportes, fazendo com que a oposição explorasse a obra como um "elefante branco" midiático durante toda a campanha de 2026.

 

DE AIQUARA AO PALÁCIO DE ONDINA
Primeiro governador autodeclarado indígena da história do Brasil, Jerônimo Rodrigues Souza tem 61 anos e uma trajetória que mescla a vida acadêmica com a gestão pública. Natural do povoado de Palmeirinha, no município de Aiquara, no sudoeste baiano, teve uma infância humilde. Filho de um vaqueiro e de uma costureira, deixou sua cidade natal aos 9 anos para estudar em Jequié e, posteriormente, em Salvador. Formou-se em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Cruz das Almas, e concluiu o mestrado em Ciências Agrárias. Desde 1995, é professor licenciado da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). 

 

Sua entrada na política institucional ocorreu nos bastidores. Filiado ao PT desde os anos 1990, Jerônimo atuou em movimentos sociais e ocupou cargos no Ministério do Desenvolvimento Agrário durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (2011-2016).  Na Bahia, ganhou projeção como um dos principais articuladores das gestões petistas. Durante os mandatos de Rui Costa (PT), foi titular de duas pastas estratégicas: a Secretaria de Desenvolvimento Rural (2015-2019) e a Secretaria da Educação (2019-2022).

 

Em 2022, venceu ACM Neto no segundo turno com 52,79% dos votos. Agora, ao garantir um segundo mandato, consolida seu próprio capital político frente ao eleitorado.

 

A RUPTURA COM O CARLISMO E A NOVA HEGEMONIA
Ao derrotar novamente ACM Neto, o PT assegura uma hegemonia que completará vinte e quatro anos no poder estadual, consolidando uma vitória significativa contra o "Carlismo" — a robusta máquina política liderada pelo ex-governador e ex-senador Antônio Carlos Magalhães, que governou a Bahia por quase meio século.

 

A guinada histórica teve início em 2006, com a vitória de Jaques Wagner no primeiro turno. Desde então, o grupo liderado pelo PT superou sucessivas investidas da oposição, elegendo e reelegendo Rui Costa e, agora, referendando Jerônimo, reconfigurando as bases de poder nos municípios do interior e impondo duras derrotas aos herdeiros políticos do antigo grupo carlista.

 

DESAFIOS PARA NOVO CICLO
Para o mandato que se inicia em 1º de janeiro de 2027, Jerônimo terá novamente ao seu lado o vice-governador Geraldo Júnior (MDB). A nova gestão precisará lidar imediatamente com as cobranças herdadas de seu próprio primeiro mandato, especialmente a necessidade de respostas rápidas para o combate ao crime organizado e a entrega física das obras da ponte Salvador-Itaparica. Outro desafio central segue sendo a fila da regulação, segurança pública e educação.


Do Portal Bahia Notícias/Por Daniel Araújo/Foto: Divulgação


Eleições 2026: Veja resultado de todos os estados no primeiro turno

As eleições de 2026 já têm nomes dos governadores que vão comandar as unidades da federação a partir do ano que vem. Veja abaixo a lista daqueles que já estão eleitos neste momento:

 

NORTE
 - Acre (AC) - 2º turno - Mailza Assis (PP) x Alan Rick (Republicanos)
- Amapá (AP) - Dr. Furlan (PSD)
- Amazonas (AM) - 2º turno - Omar Aziz (PSD) x Professora Maria do Carmo (PL)
- Pará (PA) - Dr. Daniel Santos (Podemos)
- Rondônia (RO) - Marcos Rogério (PL) 
- Roraima (RR) - Arthur Henrique (PL)
- Tocantins (TO) - 2º turno - Professora Dorinha (União) x Vicentinho Júnior (PSDB)

 

NORDESTE
- Alagoas (AL) - JHC (PSDB)
- Bahia (BA) - Jerônimo Rodrigues (PT)
- Ceará (CE) - Elmano de Freitas (PT)
- Maranhão (MA) - Eduardo Braide (PSD)
- Paraíba (PB) - Lucas Ribeiro (PP)
- Pernambuco (PE) - Raquel Lyra (PSD)
- Piauí (PI) - Rafael Fonteles (PT) - reeleito
- Rio Grande do Norte (RN)  - 2º turno - Allyson Bezerra (União) x Cadu de Lula (PT)
- Sergipe (SE) - Fábio Mitidieri (PSD) - reeleito

 

CENTRO-OESTE
- Goiás (GO) - Daniel Vilela (MDB) - reeleito
- Mato Grosso (MT) - Otaviano Pivetta (Republicanos)
- Mato Grosso do Sul (MS) - Eduardo Riedel (PP)
- Distrito Federal (DF) - 2º turno - Celina Leão (PP) x Leandro Grass (PT)


SUDESTE
- Minas Gerais (MG) - Cleitinho (Republicanos)
- Espírito Santo (ES) - 2º turno - Lorenzo Pazolini (Republicanos) x Ricardo Ferraço (MDB)
- Rio de Janeiro (RJ) - 2º turno - Eduardo Paes (PSD) x Douglas Ruas (PL)
- São Paulo (SP) - Tarcísio de Freitas (Republicanos) - reeleito


SUL
- Paraná (PR) - Sérgio Moro (PL)
- Rio Grande do Sul (RS) - Zucco (PL) 
- Santa Catarina (SC) - Jorginho Mello (PL) - reeleito 


Do Portal Bahia Notícias/Foto: Montagem Bahia Notícias


Com 11 eleitas, 2026 bate recorde histórico de mulheres vitoriosas para o Senado Federal

As eleições de 2026 estão registrando o maior recorde de senadoras eleitas na história das eleições no país. No total, 11 mulheres estão conquistando vitórias em seus estados para o Senado Federal. 

 

O número atual é maior do que o que foi verificado nas eleições de 2022. Na ocasião, foram oito as senadoras eleitas nas urnas, o que já havia sido o maior resultado da história. 

 

Com as 11 eleitas, o Senado deve ter um total de 18 mulheres exercendo mandato a partir de fevereiro de 2027. Esse número ainda pode mudar caso o senador Omar Aziz (PSD) não se eleja como governador do Amazonas. 

 

Veja abaixo o nome das senadoras eleitas em 2026:

 

Mara Rocha (Republicanos-AC)
Marina JHC (PSDB-AL)
Rayssa Furlan (Podemos-AP)
Michelle Bolsonaro (PL-DF)
Bia Kicis (PL-DF)
Gracinha Caiado (União-GO)
Marília Campos (PT-MG)
Marília Arraes (PDT-PE)
Samanda de Lula (PT-RN)
Teresa Surita (MDB)
Carol de Toni (PL-SC)

 

Confira quais serão as senadoras que possivelmente seguirão no mandato até 2031:

 

Amazonas - Se Omar Aziz (PSD) vencer a disputa para o governo, sua suplente será Cheila Moreira (PT)

Distrito Federal - Damares Alves (Republicanos) tem mandato até 2031

Maranhão - Lourdinha Pereira (PSB) tem mandato até 2031

Mato Grosso do Sul - Tereza Cristina (PP) tem mandato até 2031

Pernambuco - Teresa Leitão (PT) tem mandato até 2031

Piauí - Jussara Lima (PSD) tem mandato até 2031

Tocantins - Dorinha Seabra (União) disputa o governo do estado, e se ganhar, assume a suplente Lucineide Parizi Freitas (União)


Do Portal Bahia Notícias/Por Edu Mota, de Brasília/Foto: Ton Molina/Agência Senado

Com apenas 13 parlamentares reeleitos, Senado Federal tem a segunda maior renovação da história

O Senado Federal terá, a partir de 1º de fevereiro de 2027, uma renovação de 75% das cadeiras no plenário. Isso porque apenas 13 dos atuais 54 senadores com mandato foram reeleitos, após a confirmação dos resultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite deste domingo (4). 

 

Entre os 54 senadores com mandato até 31 de janeiro do ano que vem, 22 deles não disputaram sua reeleição, por diversos motivos. Os 13 que se reelegeram faziam parte de um grupo de 32 senadores que buscavam um novo mandato de oito anos.

 

Em meio aos senadores derrotados nas eleições deste domingo estão nomes como Renan Calheiros (MDB), que estava em seu quarto mandato consecutivo e buscava o quinto. Também não se reelegeu o senador Randolfe Rodrigues (AP), líder do governo no Congresso Nacional.

 

Apesar da alta taxa de renovação, os 75% das eleições deste ano não representaram a quebra do recorde anterior. Em 2018, também com 54 cadeiras em disputa, nada menos que 46 foram conquistadas por nomes novos, o que significou uma renovação de 85% do Senado.

 

Veja abaixo quem foram os senadores reeleitos:

 

Eduardo Braga (MDB-AM)
Cid Gomes (PSB-CE)
Veneziano Vital do Rego (MDB-PB)
Styvenson Valentim (Podemos-RN)
Eduardo Gomes (PL-TO)
Marcio Bittar (PL-AC)
Jaques Wagner (PT-BA)
Humberto Costa (PT-PE)
Marcelo Castro (MDB-PI)
Plínio Valério (PSDB-AM)
Lucas Barreto (PSD-AP)
Carlos Portinho (PL-RJ)
Alessandro Vieira (MDB-SE)


Do Portal Bahia Notícias/Por Edu Mota, de Brasília/Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Apenas quatro de 11 institutos previram vitória de Flávio; Confira quais pesquisas acertaram e as que mais erraram

De 11 pesquisas dos principais institutos nacionais sobre a disputa presidencial divulgadas durante esta semana, apenas quatro delas indicaram uma vitória do candidato Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno. Com 99,86% das urnas apurada até as 22h15, o senador do PL tinha 47,06% dos votos válidos, contra 45,12% obtidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

 

Dos quatro institutos que registraram vitória de Flávio Bolsonaro neste primeiro turno, os levantamentos da Palver e da Gerp foram os que mais se aproximaram do resultado final. Pesquisas da Vox Brasil e da Veritá com previsão de vitória do candidato do PL têm números dentro da margem de erro.  

 

Em meio aos que apontava a vitória do presidente Lula, apenas a pesquisa da Quaest teria uma projeção aproximada do resultado final por conta da margem de erro. Os demais institutos, como Datafolha, apontaram um resultado que não se confirmou nem com a aplicação da margem de erro, normalmente de dois pontos percentuais.

 

Confira abaixo os institutos que mais acertaram e as pesquisas que mais erraram (os levantamentos foram todos divulgados nos últimos dias):

 

Palver

Flávio 47% x 43% Lula

 

Gerp

Flávio 46% x 44% Lula

 

Vox Brasil

Flávio 45,8% x 44,9% Lula

 

Veritá

Flávio 45,14% x 44.65% Lula

 

Quaest

Lula 46% x 45% Flávio

 

PoderData/Aya

Lula 45% x 43% Flávio

 

Datafolha

Lula 45% x 42% Flávio

 

AtlasIntel/Bloomberg

Lula 47% x 44,1% Flávio

 

CNT/MDA

Lula 47,8% x 42,1% Flávio

 

BTG/Nexus

Lula 44% x 39% Flávio

 

Real Time Big Data

Lula 44% x 42% Flávio


Do Portal Bahia Notícias/Por Edu Mota, de Brasília/Foto: Reprodução Redes Sociais

Vale à pena comprar um IPhone tão caro e ser roubado para o meliante tomar cervejinha?

As coisas em nosso país são revoltantes! Na tarde deste sábado (3), véspera das eleições no Brasil, um serrinhense foi assaltado no Rio de Janeiro e os ladrões roubaram o seu IPhone.

Fica uma única pergunta: vale à pena a pessoa lutar tanto, se esforçar para adquirir um celular tão caro para ver os marginais te roubarem ou furtarem para depois tomarem uma cervejinha com os amigos?

Isto é revoltante e é por não ter segurança e nem leis no país que muitos evitam comprar objetos caros para depois perder para os meninos honestos e vítimas da sociedade.

Será que vão se tornar políticos para um dia o povo votar neles? Creio que sim!

Nosso país ainda tem jeito? Acho que sim! Mas nesta geração de políticos, não! Porque temos um congresso corrupto que não vai se regenerar e o pior é que vem fazendo escola num Brasil onde o errado está certo e o certo está errado!

VIVA O BRASIL!!!!!!!

Por Cival Anjos/Foto ilustrativa: Google 


sábado, 3 de outubro de 2026

Mesmo em rotação mais baixa, Brasil goleia Índia e mantém invencibilidade em novo ciclo

A Seleção Brasileira viajou até a cidade de Calcutá para enfrentar a Índia, na manhã deste sábado (3), no Salt Lake Stadium. Mesmo com total controle do jogo no primeiro tempo, o Brasil precisava caminhar em rotação baixa. O que não foi um impeditivo para Canarinho vencer os Tigres Azuis por um placar expressivo de 4 a 0. Estêvão e Pedro abriram os caminhos, enquanto Samuel Lino marcou dois gols e fechou a conta no segundo tempo.

 

Se por um lado o primeiro tempo foi morno, por outro a segunda etapa também. Mesmo sendo em rotação mais baixa, o ato final do jogo foi mais equilibrado, tendo oportunidades de ambas as equipes. Melhor no papel e em campo, a Seleção Brasileira foi mais efetiva e marcou mais dois gols assinados com o nome de Samuel Lino.

 

Com o resultado, o Brasil encerra a Super Data Fifa de setembro e outubro, iniciando o novo ciclo, de forma invicta. Apesar do primeiro jogo contra a Austrália terminar empatado, no segundo confronto veio uma vitória por 4 a 2 e hoje 4 a 0, contra os indianos. Na primeira partida, o técnico Carlo Ancelotti adotou a formação 4-2-4, mas propor mudanças, o italiano aderiu ao 4-3-3 e venceu os dois últimos jogos.

 

Agora a Seleção Brasileira volta suas atenções para os desafios do próximo mês. A equipe verde e amarela só volta a campo no dia 14 de novembro, contra o Japão, no Estádio Nacional de Singapura, às 7h15 (horário de Brasília). Já no dia 17, a Canarinho enfrenta a seleção de Singapura, também no Estádio Nacional, às 7h.
 

O JOGO

A Índia emplacou dois escanteios seguidos aos seis minutos. Na segunda cobrança, feita por Thapa, a zaga do Brasil afastou, mas a bola ficou com Apuia, que chutou de primeira de fora da área e levou perigo à meta de Pedro Morisco.

 

Boa chegada

Aos sete minutos, Douglas Santos fez um lançamento para Vinicius Jr., que avançou em velocidade, cortou para a para o meio e finalizou com perigo. O goleiro Sandhu fez a defesa para evitar o gol.

 

GOOOOOOL DO BRASIIIIL

Depois de receber passe de Matheuzinho, Estêvão fez uma bela jogada individual, cortou para a perna esquerda e chutou no canto do goleiro para abrir o placar para a Seleção aos 27 minutos.

 

Bola na trave

Pela direita, Bontempo recebeu passe de Estêvão e cruzou na área. O centroavante Pedro ganhou dos defensores e cabeceou “de olho aberto”, deixando a bola na trave e quase ampliando para o Brasil.

 

GOOOOL DO BRASIIIIIL

A dobradinha deu certo. Matheuzinho encontrou Estêvão bem posicionado e o camisa 11 cortou para dentro e fez um lançamento para Pedro. Livre de marcação, o centroavante finaliza rasteiro e balançou as redes aos 41’.

 

Quase amplia

Aos 43 minutos, Vini Jr. recebeu um passe de Estêvão dentro da área, dominou e chutou. O goleiro Sandhu quase aceitou o chute e por pouco não deu rebote nos pés de Danilo. 
 

SEGUNDO TEMPO

A Índia começou a segunda etapa de forma diferente. Aos sete minutos, Ryan Williams avançou para a grande área pela direita e finalizou rasteiro cruzado. O goleiro Pedro Morisco fez uma defesa em dois tempos, mas não levou sustos.

 

Outra chegada indiana

Dois minutos depois, Manvir recebeu um lançamento no campo de ataque e arrancou em velocidade. O centroavante passou por Marquinhos e chutou cruzado, obrigando Pedro Morisco a fazer mais uma defesa.

 

GOOOOOOL DO BRASIIIIIL

O meio-campista Douglas Luiz roubou a bola no campo ofensivo e já iniciou o contra-ataque passando para o atacante Pedro, que deixou para Samuel Lino dentro da área, que bateu chapado no canto esquerdo do goleiro e ampliou a vantagem para 3 a 0 aos 12 minutos.

 

Tirou em cima da linha

O atacante Ryan Williams recebeu pelo corredor esquerdo do ataque, tirou o zagueiro Jair da jogada e invadiu a área. O camisa 10 chutou para o gol, mas o lateral-esquerdo Mauro Júnior tirou em cima da linha para salvar o Brasil aos 18 minutos.

 

GOOOOOOOL DO BRASILLLL

Após a cobrança de escanteio, a bola sobrou na entrada da área para Martinelli. O volante tocou para Vanderson, que fez a bola circular até chegar em Samuel Lino. O atacante fez bela jogada pelo lado esquerdo, invadiu a área e bateu forte para balançar as redes mais uma vez e fechar a goleada brasileira aos 49'.

 

FICHA TÉCNICA

Índia 0x4 Brasil
Competição: Amistoso internacional – Super Data Fifa
Data: 3 de outubro de 2026 (sábado)
Horário: 11h (de Brasília)
Local: Salt Lake Stadium, Calcutá, Índia
Transmissão: TV Globo, SporTV, geTV (YouTube) e Globoplay
Árbitro: Ilgiz Tantashev (UZB)
Assistente 1: Andrey Tsapenko (UZB)
Assistente 2: Timur Gaynullin (UZB)
Quarto árbitro: Rustam Lutfulin (UZB)
Gols: Estêvão aos 27’ e Pedro aos 41’ do 1º tempo; Samuel Lino aos 12' e 49' do 2º tempo
Cartões: Nenhum

ÍNDIA: Gurpreet Singh Sandhu (Gill); Abhishek Singh Tekcham (Volpuia), Anwar Ali (Mehtab Singh), Bijoy Varghese (Pramveer) e Akash Mishra (Gupta); Anirudh Tapha (Nickson), Lalengmawia Ralte, Abdul Samad (Lalrindika) e Ashique Kuruniyan (Mohammed); Ryan Williams (Partap Singh) e Manvir Singh (Choudhary). Técnico: Khalid Jamil.


BRASIL: Pedro Morisco, Matheuzinho (Vanderson), Marquinhos (Jair), Arthur Dias (Mauro Júnior) e Douglas Santos (Gabriel Magalhães); Danilo (Bruno Guimarães), Andrey Santos (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Douglas Luiz); Estevão (Breno Bidon), Pedro (Endrick) e Vinicius Jr. (Samuel Lino).  Técnico: Carlo Ancelotti.


Do Portal Bahia Notícias/Por Carlos Matos/Foto: Reprodução/TV Globo