Prefeitura de Serrinha

Prefeitura de Serrinha

SSS Fardamentos Serrinha

SSS Fardamentos Serrinha

TERRENO

NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE!

VENDE-SE UM TERRENO MEDINDO DUAS TAREFAS. TABULEIRO ÓTIMO PARA CHÁCARA PRÓXIMO À CAIXA D'ÁGUA EM BANDIAÇU, CONCEIÇÃO DO COITÉ-BA, COM ÁGUA ENCANADA, ENERGIA ELÉTRICA E INTERNET PRÓXIMAS (
Contato com Cival Anjos: 75-99121-4433)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Polícia manda internar adolescente que matou o cão orelha

A Polícia Civil de Santa Catarina pediu à Justiça a internação de um adolescente apontado como responsável pela morte do cão comunitário Orelha, após concluir a investigação do caso em Florianópolis. O pedido foi encaminhado ao Ministério Público e ao Judiciário, em razão da gravidade do crime.

A apuração também responsabilizou quatro adolescentes pela tentativa de afogamento de outro cachorro, Caramelo, além de indiciar três adultos por coação a testemunha. Orelha foi agredido na madrugada de 4 de janeiro, na Praia Brava, sofreu uma pancada na cabeça e morreu após ser levado a uma clínica veterinária.

OPINIÃO DO REDATOR

Esse caso causa revolta e tristeza, porque ultrapassa qualquer limite de brincadeira ou imprudência. Estamos falando de crueldade, de um ato grave que resultou na morte de um animal que era cuidado pela própria comunidade. O cão Orelha não representava ameaça, não provocava ninguém. Era parte daquele espaço.

A decisão da Polícia Civil de pedir a internação do adolescente é dura, mas necessária. Não se trata de vingança, e sim de responsabilização. Quando um jovem demonstra esse nível de violência, o Estado precisa agir não só para punir, mas principalmente para proteger a sociedade e tentar recuperar esse adolescente. A internação, nesse contexto, é uma medida socioeducativa extrema, aplicada justamente quando o ato revela gravidade e risco.

O que mais preocupa é que o caso não foi isolado: houve tentativa de afogamento de outro cachorro e ainda coação de testemunhas por parte de adultos. Isso mostra um ambiente onde a violência foi normalizada, incentivada ou, no mínimo, tolerada. E aí o problema deixa de ser individual e passa a ser social.

É importante dizer: defender a punição não é “querer destruir o futuro” de um adolescente. Pelo contrário. É reconhecer que atos assim precisam de intervenção firme, com acompanhamento psicológico e educacional, para que não se transformem em algo ainda pior no futuro.

Casos como esse acendem um alerta. Quem é capaz de tamanha brutalidade contra um animal indefeso precisa, sim, de uma resposta rápida da Justiça — pelo bem da sociedade, dos animais e do próprio jovem.

Do Portal Ailton PimentelOrelha – Foto: Redes Sociais


Nenhum comentário: